Incêndio em Portugal

Tanta coisa para referir sobre este tema. Mas o que me leva
a criar este texto é extrema associação da política aos incêndios em Portugal.
Contrariamente á opinião pública, eu não sou apologista de
atribuir culpas a partidos ou líderes políticos. Para mim a culpa total é de
haver pessoas que possuem o objectivo de querer que a floresta arda.
Condições de limpeza, normas de prevenção, plantar árvores
pouco comburentes são normas que deveriam ser sempre aplicadas, mas a
verdadeira origem é o crime que ocorre e objectivos empresariais que beneficiam
dos incêndios.
O governo certamente que está a beneficiar com custos de
todos os meios destacados para incêndios, seja meios aéreos, terrestres ou até
mesmo só pelo destacamento das corporações de bombeiros para combate a incêndios. São criadas acções de
caridade em que se aplica taxas para o governo, linhas de apoio á vitima tem
aplicado 23% de imposto, fora também a dificuldade e a burocracia necessária para
que as pessoas afectadas e bombeiros consigam apoios.
A limpeza dos espaços verdes cabe a todos, mas quando existe
o senhor Manel que não tem como descartar-se do frigorífico antigo que está a
ocupar espaço em casa, e decide deixá-lo na floresta mais próxima.. Isso sim..
É crime. Quando o senhor António recebe 50€ para queimar um terreno, cujo proprietário não vende a uma entidade.. isso sim.. é crime.. Mas quando os crimes são bem elaborados, costumam não ser detectáveis. Para
detectá-los, temos que melhorar a prevenção.
As empresas que beneficiam dos terrenos queimados e também o
destino da madeira queimada possivelmente vai direccionar para o culpado destes
crimes. Já existem investigações sobre esse assunto mas que não são tornadas
publicas porque leva a grandes entidades em Portugal.
Culpado dos incêndios? Na minha opinião é falta de civismo e
orientação correta para a resolução de problemas. Mas para muitos a resolução é atear fogo.
Solução é maior prevenção e controle do espaço verde em Portugal
para conseguir encontrar e apreender estas entidades responsáveis.